História erótica: O Parque Obscenidade
Em um parque público, o dia começava tranquilamente com famílias promovendo seus filhos e casais segurando as mãos. Mas uma mulher muito cínica, uma bela bosta de vinte e cinco anos com cabelo curto e peito generoso, tinha outros planos. Ela usava um short curto e um top apertado que deixavam sua barriga plana e nalgas rebeldes à vista. Sua presença era como uma ode à pura excitação.
Ela parou perto de um banco para descansar, os olhos fixos no chão. De repente, um homem com cabelo grisalho, a cara determinada, se aproximou dela. Ele tinha um olhar louco nos olhos e uma expressão de desejo evidente.
"Você sabe o que quer?" perguntou ao tocar seu braço para atrair ela para ele. Ela se virou lentamente, seus olhos negros ardendo com um desejo igualmente intenso.
"Sim, eu sei exatamente o que quero. Eu quero te ver me olhar os seios e me titilar os peitos até que eu chore. Depois quero que você faça cunnilingus me lamber a fenda de quatro patas no banco, e depois você vai me apertar as nalgas e me dedilhar o cu até que eu tenha uma levrette muito prazerosa."
O homem riu, excitado por sua confiança. "Eu posso fazer isso para você. Mas você também terá que deixar sucadar a peneira e lamber o glande de um grande cara enquanto estiver de quatro patas no banco. Isso vai ser um espetáculo."
A mulher concordou sem hesitar, suas mãos segurando o short para se aproximar mais dele. "Então começamos", disse com uma vontade palpável.
Ele a pegou pela cintura e forçou-a a se agachar no banco. Ela abaixou os olhos para o chão, suas nalgas rebeldes em contato com a grama fresca. O homem começou a titilar vigorosamente seus peitos, fazendo círculos ao redor de cada ponto sensível, até que ela gemeu e segurou o banco para não cair.
Em seguida, ele se agachou diante dela e começou a lamber a fenda com uma mão experte, enquanto titilava o clitóris com a outra. Seus dedos deslizavam sobre sua intimidade, suas bochechas úmidas acariciavam sua pele quente. Ela se arqueou, as mãos ainda segurando o banco, gemendo de prazer.
Depois, ele pegou suas nalgas entre as mãos e começou a apertar suavemente antes de aumentar a pressão até que ela gemeu mais forte. Ele então introduziu um dedo em seu cu, fazendo-o avançar em profundidade enquanto continuava de lamber sua fenda.
Ela estava tão excitada, suas mãos ainda segurando o banco enquanto os fluidos começavam a correr entre suas pernas. Seu corpo se arqueava sob o efeito do prazer intenso, e ela não conseguia mais resistir.
O homem a levantou e forçou-a a se virar para ele. Ele a olhou nos olhos antes de tirar um grande peneiro de seu calção. "Vou te fazer sucadar agora", disse, suas mãos em suas cinturas para mantê-la em posição.
Ela abriu a boca e engoliu a entrada do peneiro, se deleitando com o sabor salgado que enchia sua garganta. Ela lambeu o glande com vigor antes de apertar os dentes e puxar suavemente, sentindo os fluidos começarem a correr sobre seus lábios.
O homem pegou seu rosto entre as mãos para fazê-la olhar para trás enquanto ela continuava de sucá-lo vigorosamente. Ela estava tão excitada que cada movimento era uma convite ao prazer mais intenso, e ela saboreava cada momento como se ele fosse durar para sempre.
Ele soltou finalmente sua mão e a forçou a se virar novamente para olhá-lo de frente. Seus olhos estavam ardendo de desejo e seu corpo ainda tremera do prazer intenso que ela acabara de sentir.
"Você foi uma bosta muito boa", disse com um sorriso satisfeito. "Vou te mostrar agora o que é realmente ser uma mulher excitada."
Ele pegou seu rosto entre as mãos e a beijou apaixonadamente, sentindo o gosto de seu intercâmbio em seus lábios. Ela respondeu ao beijo com a mesma intensidade, suas línguas se misturando em um ballet sensacional.
Quando ele terminou, ela estava ofegante, suas mãos ainda na sua peito para se manter de pé. Ela olhou ao redor do parque público, os olhos perdidos no vazio, saboreando a sensação da excitação que havia invadido seu corpo.
"Foi incrível", murmurou finalmente, sua voz ainda tremera de prazer. "Eu realmente realizei meus sonhos hoje."
O homem riu, satisfeito e amado pela cena que ele havia criado para ela.
"É isso que estou aqui para fazer", disse ao beijá-la novamente. "Para você viver seus sonhos mais sujos."
A mulher fechou os olhos, saboreando cada momento da experiência intensa que acabara de ter no parque público.
FIM.