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História erótica: A Mulata no Cinema

Ela havia visto o filme e agora tinha vontade de realizar seu sonho em público. Em uma pequena rua tranquila, ela parou diante de um kiosque de jornais para observar os passantes. Seu olhar se posava neles com deleite, procurando aquele que mais lhe agradaria. Um jovem homem de vinte anos, loiro e com sorriso torcido, a notou. Ele estava absolutamente fascinado por seu corpo e seus olhos expressivos. Ela tinha pernas longas e finas, cintura generosa e peito imponente. Era uma mulher muito cínica que nunca se incomodava. Ele se aproximou dela, um sorriso malicioso no rosto. Ele sussurrou em seu ouvido: 'Tu é magnífica, mulata.' Ela riu e respondeu arqueando um sobrancelha: 'E você, meu pequeno homem?' Eles se aproximaram para se apoiar contra uma panfleto de cinema. A mulher começou a despir-se lentamente, exibindo seu corpo magnífico. Ele a olhava fixamente, os olhos brilhando de desejo. Ela era uma bela mulata que não tinha vergonha alguma de se mostrar como era. Ela disse: 'Eu quero que você me faça um cunnilingus.' Ele não respondeu mas executou imediatamente, lambendo com paixão sua intimidade. Ela gemeu de prazer e deixou-se cair contra o panfleto, as mãos no muro. Ele estava excitado por ela, sua pele ardendo sob seus dedos. Ele a pincelava suavemente os seios antes de mordê-los levemente. Ela arqueou seu dorso e gritou de prazer, incapaz de resistir ao que ele fazia. Ela perguntou: 'Você quer me penetrar?' Ele acenou vigorosamente a cabeça e se esticou em quatro patas no trottoário, as pernas abertas. Ela se abaixou sobre ele e o levou para um encontro feroz. Eles estavam ambos excitados, seus corpos molhados de suor sob a pressão. Ele era uma grande peneira que a penetrava profundamente, fazendo movimentos rápidos e poderosos. Ela gemia sem parar, deixando-se levar ao prazer intenso. O jovem homem a olhava com admiração, admirando seu corpo tremer sob o prazer. Ela era uma mulher excitada que saboreava cada momento, cada som, cada sensação. Eles estavam ambos em um estado de transe, incapazes de pensar em nada além de uma de suas paixões. Ele a penetrava ainda e ainda, as mãos em seu dorso para encadra-la. Ela era uma levretinha muito prazerosa que se deixava levar a tudo o que ele fazia. Seu corpo havia perdido toda consistência sob o prazer intenso, suas pernas estavam abertas em um ângulo impossível. Finalmente, ela chegou e gritou seu nome gemendo. Ele a olhou mais uma vez antes de se levantar, tremer também. Ela era uma bela mulata que havia conseguido realizar seu sonho mais sujo em público, sem nunca perder o controle sobre seus desejos. Ele partiu deixando um lembrete intenso e erótico por trás dele, enquanto ela recupedia sua respiração no ar noturno. Ela saboreava cada momento passado com ele, cada som, cada sensação, saboreando seu sonho mais sujo em público.

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