História erótica: O sonhinho do escritório
Numa sala relativamente respeitosa, ela costumava se permitir desfrutar dos seus sentidos. Era uma mulher muito cobiçosa, uma bela porra que apreciava cada momento em que podia expressar-se livremente. Os olhares de seus colegas não a assustavam; pelo contrário, os incentivavam.
Ela observava o seio do seu colega ao lado com um misto de desejo e frustração. A blusa muito apertada revelava uma peito generoso que ela adorava imaginar acariciando mentalmente. Ela já imaginava seus dedos deslizando suavemente sobre essa carne sensível, explorando os contornos firmes.
Depois, ela movia seu olhar para a bunda do homem sentado atrás dela. As cinturas bem definidas chamavam sua atenção imediatamente. Ela se revivia em quatro patas na cama, sua bela fêmea ardente contra as lençóis. O dedo do colega entrando suavemente no seu cu lhe dava arrepios de prazer. Ele era tão grande, tão vigoroso... Ela não conseguia evitar de estimular o clitóris com ferocidade, sentindo sua fêmea se contraír lentamente.
Ela sonhava com uma levrette muito prazerosa, seu parceiro a suculando furiosamente enquanto ela lambia o pênis. Sua língua explorava cada canto do banheiro, prestando atenção em todos os detalhes. Ela adorava sentir o gosto de sua saliva em seus lábios, o dele nos seus.
Sua mulher estava excitada, seu corpo ardendo de uma desejo ardente. Ela imaginava cada detalhe da cena, lembrando-se com prazer como seus corpos se entrelaçavam em uma dança infernal. Os gemidos ecoavam ainda em suas orelhas, os socos no ventre a empurrando para trás.
Um dia, enquanto o olhar do colega estava fixo nela, ele inclinou um pouco mais perto. Ela sentiu seu hálito quente contra seu rosto e foi invadida por uma calor interior que a surpreendeu. Sua mão escorregadia subiu lentamente para acariciar seus mamilos, apertá-los suavemente até que ele mordesse com vigor.
Ela começou a gemer, incapaz de resistir ao prazer que a invadia. As sensações eram tão fortes que todo o resto do mundo parecia se evaporar ao seu redor. Ela sentiu a pressão crescente de seu desejo, sua peneira ereta pulsando contra seu ventre.
Ele se aproximou ainda mais, seu hálito quente em sua orelha lhe fazia quase doer de prazer. Ele começou a lambar suavemente seu lábio inferior, antes de atacar com força. Ela gemeu cada vez mais forte, não conseguindo mais resistir.
A porta se abriu repentinamente e o chefe entrou na sala. Seu olhar perturbador fixou por um segundo a cena antes de se vir para eles. Ele lhes fez um sorriso irônico e saiu rapidamente.
Ela estava em quatro patas no chão, seus mamilos ainda marcados pelos dentes do colega, sua fêmea ardente de desejo. Ela quase havia esquecido que era seu sonho que a tinha levado lá. Mas agora, ela sabia que queria viver esses momentos mais e mais.
Ela se levantou lentamente, as mãos em suas cinturas para estabilizar seu peito generoso. O olhar do chefe ainda a observava, mas não parecia julgá-la muito severamente. Ela voltou ao trabalho, o desejo ainda palpável em cada movimento que fazia.
Foi um sonho que a marcou para sempre. Ela apreciaria cada detalhe desse momento até o fim de suas vidas.